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Confira as tendências do setor imobiliário

Gerando impactos significativos em todas as categorias, incluindo o setor imobiliário, a crise do novo coronavírus fez com que construtoras, incorporadoras, imobiliárias e corretores de imóveis criassem novas maneiras de continuar desempenhando o seu trabalho

Autor: Renata RosaFonte: A Autora

Gerando impactos significativos em todas as categorias, incluindo o setor imobiliário, a crise do novo coronavírus fez com que construtoras, incorporadoras, imobiliárias e corretores de imóveis criassem novas maneiras de continuar desempenhando o seu trabalho e, claro, mantendo os seus lucros.

De acordo com o economista Guilherme Haddad, sócio da NEWPROPERTIES, mesmo na crise atual, marcada por um ambiente de recessão econômica, os investidores do setor imobiliário seguem atentos ao avanço e desdobramentos da pandemia no Brasil, na busca de encontrar oportunidades para se fazer bons negócios.

“Não há dúvidas, investir em imóveis é uma alternativa que grande parte das pessoas avalia. Porém, como é um desejo com custos elevados de aquisição e de manutenção, os Fundos Imobiliários surgem como alternativa. Entre os benefícios, para os proprietários de imóveis, por exemplo, é possível já desfrutar de liquidez em dois dias”, ressaltou Guilherme.

Nesse cenário, de acordo com o economista, conhecer as tendências do setor pode auxiliar investidores que buscam bons rendimentos com esse tipo de negócio, além de ajudar muitas pessoas que ainda não estão habituadas com essas transações, mas que sonham em ter bons rendimentos com esse tipo de negócio.

Levantamento feito pelo InfoMoney com nove corretoras mostra a entrada, na seleção recomendada de fundos imobiliários para abril, do FII de recebíveis Capitânia Securities II (CPTS11), e do fundo híbrido TRX Real Estate (TRXF11) que tem imóveis logísticos no portfólio e pega carona na alta demanda por galpões em meio ao avanço do e-commerce.

Sobre as tendências das carteiras de imóveis físicos ou ativos do setor, o especialista da NEWPROPERTIES pontua que, nesse ano, os loteamentos e unidades residenciais demonstram boas perspectivas. “Entre os motivos, podemos destacar o cenário macroeconômico, com a taxa Selic em patamares historicamente baixos”, explicou.

De modo geral, de acordo ele, as tendências apontam melhores resultados para os imóveis residenciais, galpões logísticos e loteamentos. “Como citamos acima, a pandemia trouxe inúmeros desafios e impactos negativos, mas o setor de logística segue na contramão da crise. Com o isolamento social, o e-commerce segue batendo números inimagináveis, impulsionando essa categoria”.

Em contrapartida, por conta das medidas de isolamento, impasses políticos e atraso no calendário de vacinação contra a Covid-19, os FFIs de lajes corporativas, lojas, salas comerciais e shoppings devem apresentar detrimento.

“Na tentativa de minimizar a proliferação da doença, os shoppings ficaram longos períodos fechados. Para além disso, houve um aumento expressivo no Índice Geral de Preços do Mercado, o IGPM, acarretando na elevação do preço do aluguel desses ambientes”, pontuou Guilherme Haddad.

Outro aspecto que deve ser levado em conta, de acordo com o especialista, é que na maioria das cidades, o trabalho permanece na modalidade home office, ou seja, não houve retomada das empresas aos escritórios. “Com esses fatores, os riscos e pressão negativa ficam mais evidentes na hora de se investir”, finalizou o sócio do hub de inovação NEWPROPERTIES.

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